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Quarta-feira, 04 de Julho de 2018

22 são alvo de mandados de prisão por supostos desvios na saúde do RJ

A Polícia Federal cumpre, na manhã desta quarta-feira (4/7), 13 mandados de prisão preventiva e nove de prisão temporária no Rio de Janeiro, além de buscas e apreensões em 44 endereços.

As ordens, expedidas pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal da capital fluminense, visam aprofundar as investigações sobre contratos na área da saúde celebrados pelo estado do Rio e pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (Into). Também foi decretado o bloqueio de bens dos investigados no valor de R$ 1,2 bilhão.

A partir de investigações da PF, Ministério Público Federal e Receita Federal que apuraram desvios na área de saúde do Rio, órgãos de controle como o Conselho de Defesa Administrativa, o Tribunal de Contas da União e a Controladoria-Geral da União identificaram um cartel de fornecedores que atuou entre os anos de 1996 e 2017 no Into.

Segundo os órgãos, a empresa Oscar Iskin, do empresário Miguel Iskin, era a líder do cartel formado por pelo menos 33 empresas, algumas delas atuando como laranjas das demais, que se organizavam no chamado “clube do pregão internacional”.

O núcleo operacional da organização criminosa, de acordo com as entidades públicas, era formado por funcionários de confi